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Quando os adultos devem ser vacinados

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Quando os adultos devem ser vacinados?

Esta é uma pergunta que não passa pela cabeça da maiorias das pessoas, pois associa-se muito a vacinação a crianças
Quando muito sabe-se que algumas vezes, os adultos precisam tomar a vacina contra a gripe e contra a Febre Amarela. Mas a vacinação dos adultos vai muito além disso.

A vacina da hepatite B, por exemplo, que hoje já faze parte do calendário vacinal das crianças, há alguns anos atrás era dada apenas para adultos com risco aumentado de infecção por esse vírus, como os trabalhadores da área da saúde.

Com isso temos hoje muitos adultos suscetíveis a infecção, e muitos adultos já infectados.
Qualquer adulto que nunca recebeu a vacina da hepatite B e nunca teve contato com vírus deve tomar a vacinas
Além disso existem situações especiais nas quais uma pessoa pode ter uma condição que a deixa mais suscetível ao risco de infecção ou ao risco de desenvolver complicações caso se infecte.

Nestas situações, outras vacinas que não são usadas para a população em geral, devem ser indicadas.

Algumas oportunidades de completar o calendário vacinal do adulto não podem ser desperdiçadas:

– Gestação
– Preparação para viagens
– Situações de surtos (como a Febre Amarela)
– Sazonalidade anual (como a gripe)
Todo o adulto pode procurar o médico infectologista para avaliar quais as vacinas estão indicadas para a sua situação.

Vacina contra a gripe

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Vacinação contra a gripe

Chamamos erroneamente o resfriado comum de gripe.

Na verdade, gripe, é infecção causada por vírus do grupo influenza

A gripe é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada.

Quais são os sintomas da Gripe:

Febre,
Calafrios,
Tremores,
Dor de cabeça,
Mialgia
Anorexia (falta de apetite,
Tosse seca,
Dor de garganta
Coriza.
A infecção geralmente dura 1 semana e com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante.

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar.

Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C.

O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias.

O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

Os vírus influenza A são ainda classificados em subtipos de acordo com as proteínas de superfície, hemaglutinina (HA ou H) e neuraminidase (NA ou N).

Dentre os subtipos de vírus influenza A, os subtipos A(H1N1) e A(H3N2) circulam atualmente em humanos.

Alguns vírus influenza A de origem aviária também podem infectar humanos causando doença grave, como no caso do A (H7N9).

Algumas pessoas, como idosos, crianças novas, gestantes e pessoas com alguma comorbidade possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à influenza.

A vacinação é a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza.

O que significa AIDS

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AIDS é diferente de HIV
Uma pessoa pode ser portadora do vírus HIV e não ter a doença da AIDS.
AIDS é uma sigla que vem do inglês e significa ¨Síndrome de Imunodeficiência adquirida”.
A baixa da imunidade pode ocorrer por várias causas, e muitas delas são primarias, ou seja, não são doenças infecciosas.

O que é AIDS?

A AIDS é um conjunto de sintomas que ocorrem devido a uma queda importante da imunidade causada pelo Vírus HIV.

Como ela ocorre?

Temos contato com vários microorganismos todo o tempo.

A maioria desses microorganismos não conseguem nos causar doenças pois nosso sistema imune nos protege.

O vírus da Imunodeficiência Humana, o HIV, ataca as células de defesa do organismo, mais precisamente as células linfócitos CD4.

Com a imunidade baixa microorganismos que normalmente não nos causaria nenhum mal, podem causar infecções graves. São as chamadas infecções oportunistas.

O tempo em que uma pessoa leva para chegar a fase AIDS da infecção pelo HIV varia de pessoa para pessoa;

Os sintomas da AIDS são muito variáveis

A pessoa pode inclusive não apresentar nenhum sintoma mesmo tendo AIDS. Até que pega uma infecção oportunista e apresenta sintomas relacionados ao local da infecção.

A Infecção oportunista pode muitas vezes levar à morte.

O tempo entre a infecção pelo HIV e o desenvolvimento da AIDS pode variar de 1 ano a mais de 10 anos.

A única forma de impedir da evolução da infecção pelo HIV para a AIDS é fazendo o diagnóstico precoce e iniciando o tratamento para o HIV o quanto antes.

Saiba mais em: http://www.drakeillafreitas.com.br/?s=hiv

Linfadenopatia: quando procurar um Infectologista

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Chamamos de linfadenopatia aqueles “carocinhos” que aparecem podem aparecer em algumas partes do corpo como pescoço, axilas, virilhas, etc.
Eles podem ter características distintas e as mais diversas causas.
A causa mais frequente é o linfonodo reacional. É uma reação a qualquer processo infeccioso ou inflamatório que esteja ocorrendo próximo àquela região. Por exemplo, sinusite, dor de garganta, infecção no ouvido ou problemas dentários podem causar o aparecimento destes carocinhos no pescoço.
Existem também infecções sistêmicas que causam linfadenopatias reacionais. É o caso de infecções como Toxoplasmose, Citomegalovírus, Mononucleose, Sífilis, etc.
Algumas se curam sozinhas como a mononucleose e outras como a sífilis, mesmo que melhore os sintomas, precisa de ser tratada adequadamente para não levar a problemas maiores . Saiba mais em: http://www.drakeillafreitas.com.br/inguas-e-suas-causas/

O que muda na vida de quem tem HIV

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O HIV, mais que uma doença infecciosa, é uma doença crônica.

Ainda existem pessoas que ao receber o diagnóstico de HIV acham que suas vidas acabaram.

Isso não é verdade e o fato é que, depois que passa o impacto inicial, a rotina muda muito pouco ou em alguns casos, muda para melhor.

Pode parecer contraditório mas muitas vezes ao saber do diagnóstico a pessoa repensa sua vida e suas escolhas e passa a ter uma vida mais saudável, e porque não dizer, mais feliz.

O que muda na vida de quem tem HIV é a qualidade e o equilíbrio.

Sabemos que tanto o HIV quanto alguns antirretrovirais aumenta o risco de doenças cardiovasculares.

Isso ocorre porque o vírus causa uma inflamação crônica em todo o corpo.

Além disso alguns antirretrovirais aumentam o risco de desenvolvimento de diabetes ou alterações do colesterol, principalmente em pessoas que já possuem pré-disposição para isso.

Com toda a evolução pela qual passou o tratamento do HIV, hoje a vida da pessoa que vive com o HIV se assemelha bastante à vida de pessoas com doenças como hipertensão e diabetes.

Tratamento da pessoa vivendo com o HIV

A pessoa precisa tomar medicação todos os dias
Boa qualidade de sono,
Atividade física regular,
Dieta saudável rica em proteína
Beber bastante líquidos
Evitar coisas tóxicas como drogas psicoativas, álcool e cigarro.
Ir ao médico infectologista e fazer exames de rotina periodicamente
Cuidar de outros problemas de saúde que apareçam como pressão alta, alteração do colesterol, diabetes, depressão, estresse, etc.
É um tratamento para toda a vida sim. Mas assim são os tratamento para várias doenças como hipertensão, diabetes, alteração do colesterol, lúpus, entre outras.

Neuroestimulação para Prevenção da Enxaqueca – Med9 Explica

Neuroestimulação para Prevenção da Enxaqueca: Com o avanço das pesquisas que buscam novas estratégias para prevenção e tratamento da enxaqueca, foi descoberta uma nova opção não-farmacológica: a neuroestimulação.

Neuroestimulação para Prevenção da Enxaqueca

Um novo dispositivo dos Estados Unidos, aprovado pela US Food and Drug Administration (FDA), foi testado em pacientes que enfrentam enxaquecas frequentes e diminuiu o número de crises de enxaqueca por mês em quase um terço, através da técnica de estimulação magnética transcraniana.

A estimulação magnética transcraniana de pulso único configura mais uma opção terapêutica disponível para os episódios de enxaqueca aguda, além de atuar na prevenção da mesma. É importante ter uma variedade de opções disponíveis para o tratamento da enxaqueca, uma vez que os tratamentos são individuais e não garantem eficácia em todos os casos.

Neuroestimulação para Prevenção da Enxaqueca - Med9 Explica
Neuroestimulação para Prevenção da Enxaqueca – Med9 Explica

Neuroestimulação para Prevenção da Enxaqueca – Estudo

O estudo que avaliou a eficácia do dispositivo de neuroestimulação para prevenção da enxaqueca, denominado SpringTMS, incluiu adultos que enfrentam episódios de enxaqueca ao menos quatro dias por mês, durante quatro horas ou mais. Os participantes foram recrutados em clínicas especializadas em tratamento da cefaleia.

O conjunto de análise completa contou com 117 participantes. Destes, 95 indivíduos utilizaram o dispositivo ao longo dos três meses de estudo, conforme recomendado. 90% dos participantes apresentavam enxaquecas episódicas, enquanto o restante enfrentava enxaqueca crônica.

O procedimento de neuroestimulação para prevenção da enxaqueca consistiu em quatro impulsos, duas vezes por dia. Os participantes do estudo completaram um diário de 28 dias, descrevendo a frequência e a intensidade da enxaqueca.

Neuroestimulação para Prevenção da Enxaqueca – Resultados do Estudo

Após os três meses de estudo, concluiu-se que a estimulação magnética transcraniana é eficaz na prevenção dos episódios de enxaqueca, uma vez que reduz a hiperexcitabilidade cortical dos pacientes. Além disso, ela também pode ser eficaz no alívio dos sintomas de enxaqueca aguda, através da inibição da depressão alastrante cortical.

No início do estudo, foi relatada pelos participantes uma média de 9,06 dias de enxaqueca por mês. Já após o tratamento de neuroestimulação, o número declinou significativamente para 2,75 dias.

Os resultados do estudo superaram as expectativas dos estudiosos: 46% dos participantes obtiveram uma diminuição no número de dias de enxaqueca por mês. O objetivo de performance do resultado era de 20%.

Devido à redução das crises de enxaqueca, houve uma diminuição do número de dias nos quais o uso de medicamentos para episódios agudos de enxaqueca foi necessário. A técnica de neuroestimulação parece ser eficaz tanto nos pacientes com aura, quanto naqueles sem aura.

Neuroestimulação para Prevenção da Enxaqueca – Benefícios

O dispositivo de estimulação magnética transcraniana de pulso único é uma ótima opção para pacientes que sofrem de enxaqueca e são intolerantes a medicações de uso oral, devido aos efeitos colaterais.

O dispositivo é muito seguro, e geralmente bem tolerado. Não foram relatados efeitos adversos graves ao tratamento de neuroestimulação, e em pouquíssimos casos relatados, os efeitos adversos mais comuns incluíram vertigem e formigamento.

A neuroestimulação também é uma excelente opção para os pacientes que não obtiveram melhora da enxaqueca através de outros tratamentos, além de atuar na profilaxia, a fim de evitar que os episódios de enxaqueca se manifestem.

O dispositivo é contraindicado somente nos casos de pacientes com histórico de convulsão, bem como naqueles com implantes metálicos no corpo, incluindo desfibrilador e marcapasso.

Diante da escassez de tratamentos e recursos que garantam eficácia no controle e na prevenção da enxaqueca, a estimulação magnética transcraniana pode ser uma opção eficiente no controle da doença.

Caso você sofra de episódios de enxaqueca aguda, marque uma consulta com o neurologista de sua confiança e realize uma avaliação. O especialista analisará a necessidade da neuroestimulação, considerando as especificidades do seu caso.

Mais Informações sobre Neuroestimulação para Prevenção da Enxaqueca na Internet

Osteomielite crônica: O que é?

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Osteomielite crônica nada mais é que a Infecção no Osso com um tempo maior de evolução. Geralmente começou há mais de 1 mês.
Apesar de pessoas com cirurgias ortopédicas, principalmente aquelas com alguma prótese ter maior risco de infecção do osso, ela pode ocorrer em qualquer pessoa, até mesmo em quem nunca fez cirurgia ortopédica.
Quando a infecção começa pouco depois da cirurgia no local da ferida cirúrgica, essa infecção pode ser mais fácil de diagnosticar, mas quando ela ocorre fora desse contexto, o diagnóstico pode ser desafiador.
A OSTEOMIELITE CRÔNICA TEM CURA.
O problema é que precisa-se do empenho conjunto do médico Infectologista e ortopedista para alcançar esta cura.
Existem três pilares para a cura da Osteomielite:
1) Limpeza adequada
2) Antibiótico adequado
3) Pela dose e tempo adequados

Se não houver um desses três pilares presentes. A cura não será possível.

Saiba mais detalhes no site: http://www.drakeillafreitas.com.br/osteomielite/

Hepatite na infância e problemas na vida adulta

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Hepatite aguda na infância pode não significar problemas na vida adulta.
das hepatites virais que geralmente causam sintomas de lesão aguda do fígado na infância, a mais frequente é a hepatite A.
A hepatite A tem uma via de transmissão totalmente diferente das outras hepatites virais (B e C).
Sua transmissão se dá a partir da ingestão de alimentos contaminados ou mesmo de comer com mãos contaminadas.
A hepatite A não tem tratamento e não fica crônica. Ou seja, o próprio organismo elimina o vírus.
Uma pessoa também pode ter contato com o vírus da hepatite A e não ficar doente, ou apresentar sintomas inespecíficos, que podem ser conduzidos como um resfriado comum, por exemplo.

Qual a diferença entre AIDS e HIV

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AIDS é a síndrome da imunodeficiência humana. Ou seja, um conjunto de sintomas e eventos que ocorrem devido ao enfraquecimento. o motivo dessa condição é uma infecção adquirida .
Saiba mais aqui: http://www.drakeillafreitas.com.br/sintomas-da-aids/

Ela é causada pelo vírus HIV.
Uma pessoa pode ser portadora do vírus HIV e não ter a doença AIDS.

Um parceiro pode transmitir sífilis com VDRL negativo?

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O VDRL é um dos principais exames utilizados para o diagnóstico da sífilis. Mas em várias pessoas, o VDRL pode ficar negativo após algum tempo.
O mais importante, uma pessoa pode tomar um antibiótico para qualquer outra situação (uma infecção de garganta por exemplo) e acabar curando a sífilis sem nunca saber que um dia a teve.
Para tirar a dúvida nestas situações, fazemos um teste Treponêmico como o FTA-ABS que mostra se a pessoa já teve contato com a sífilis mesmo se já tiver sido curado.
Saiba mais em : http://www.drakeillafreitas.com.br/como-fazer-o-diagnostico-da-sifilis/